O sanefão, apesar de ser uma obra prima de talha, foi construída no princípio do século XX, por artistas bracarenses. Também do século passado, é a pia baptismal, a qual chama a atenção pela qualidade do mármore usado e pela artística tampa em pau preto.
Apesar de não existir assinatura destes azulejos, há o consenso generalizado de que a sua autoria deve ser atribuída a Gabriel del Barco. O trabalho de talha dourada do retábulo do altar-mor foi executado pelo artista bracarense Damião da Costa Figueiredo in 1695.
O órgão de tubos, de Manuel de Sá Couto, foi mandado construir pela Confraria do Santíssimo Sacramento, no ano de 1815, tendo aproximadamente 600 elementos, entre tubos e cornetas.
São Victor – o Padroeiro
Segundo uma antiquíssima tradição, registada em diversos documentos, o mais antigo dos quais datado do século IX, consta que S. Victor nasceu no século III, em Braga. Perseguido por Maximiano ou Diocleciano por se negar a prestar culto à deusa Ceres e ao deus Silvano, terá sofrido o martírio no século IV.Em 2004, e após longa investigação, o Vaticano decidiu retirar S. Victor de Braga da lista dos mais de 5 000 santos e beatos católicos existentes, tendo concluído que ele nunca terá existido, não passando de um mito.
Mito ou não, era nesta igreja de S. Victor que o Diogo e a Eduarda iam à missa, durante os 4 anos em que viveram juntos em Braga.
