Porque a Academia tem várias organizações, a forma de trajar pode modificar consoante o grupo a que se pertença.

Há o caso das Tunas, que têm por base o traje da Academia Minhota, ao qual foram feitas algumas alterações. As meias foram mudadas para outras cores, assim como os ombros, forrados com cor semelhante.

Porque é sinónimo de admiração, toda e qualquer circunstância é razão para se andar trajado, não sendo por isso, como alude o Código de Praxe da Universidade do Minho, necessário qualquer motivo especial para envergar o traje: "Será prova de séria incompetência mental perguntar a um estudante porque está trajado”.

Em Setembro de 1996, depois de se ter inscrito no curso de RIEP (Relações Internacionais Económicas e Políticas), foi neste traje que a Eduarda viu o Diogo pela primeira vez.